Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

O vegetarianismo é contra natura... quem o diz é o Pravda

Vegetarianism proves to be perversion of nature

Vegetarians can be referred to as true fanatics. On the other hand, they are seriously misled in their beliefs. Practically nobody argues with them, since it is really difficult to convince a vegetarian of his or her self-deception. May be that is the reason why the vegetarian movement develops so actively around the globe and continues to recruit many new members.
   
To produce a cell is not an easy process for the human body. Being a parent to all cells, a human being is supposed to be responsible for all of them. The human body is unable to generate all substances necessary for the production of cells. It has only 12 or 20 protein amino acids required for the process. The remaining chemicals are supposed to be delivered with food. Each and every human cell is supposed to be supplied with first class animal protein.

Some may say that there is enough protein in vegetables (beans, for example) True, but recent studies show that vegetable protein can be digested only with the help of its animal analogue.

The human body has its own preferences, by the way. Experts proved that our body requires and assimilates the following substances as construction materials:

Egg white – 100%
Soured milk – 90%
Fresh milk – 83%
Beef – 76%
Cottage cheese – 75%

Compare this data with that concerning vegetable protein:

Wheat bread – 52%

This is the main reason why dietitians recommend to consume 60 percent of animal protein and 40 percent of vegetable analogue from the daily ration.

No vitamins and mineral substances are of any use if our organism does not receive animal protein. Like vegetable protein, they can not be digested without animal protein.

Vegetarians, especially those of advanced age, usually face numerous health problems that are mainly caused with the shortage of animal protein. After two months of no-meat diet, the quantity of protein in the cardiac muscle decreases four times, which triggers the development of heart failure. The work of all other organs worsens soon after. A vegetarian man or woman may find themselves on the brink of dystrophy.

First signs of dystrophy are not that evident and burdensome, but the resulting effect may lead to lamentable consequences. Have you ever seen starving African children on TV? Then you must remember those thin legs and swelled bellies, which dystrophy causes.

If you are going to have children, do not be in a hurry to join vegetarians. Many people think that such lifestyle produces rejuvenating effect which showing a positive effect on the reproduction function. However, reproduction depends on animal protein to a large extend. If a man does not receive irreplaceable amino acids with food, he can become infertile in perspective.
   
Furthermore, cosmetologists say that a typical vegetarian has dry and fragile hair, dull eyes and unhealthy complexion. They can hardly stand criticism and have a low boiling point. They raise their voice, swing their arms and splutter when arguing. They are weak even in their logic. They exemplify their righteousness with the cow, a herbivorous animal, and say that nature originally made a human being as a vegetarian creature.

Experts have recently put forward a hypothesis that can justify vegetarians. Scientists assert that there are people with irregular metabolism. They do not need animal protein at all. However, such people can be described as a mistake of nature. There are many of them, but most vegetarians are mistaken in their devotion according to this theory.

Of course, meat is heavy food, but nobody says that you should eat plenty of it. A person can eat at least 100g of meat (which is the size of a matchbox) a day to feel healthy.


in http://english.pravda.ru/science/health/30-01-2008/103756-vegetarian-0

publicado por caodeguarda às 23:33
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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

É a guerra, estupidos!!!

Continuam a falar dos coitadinhos dos correligionários de Saddam e dos Talibans que terão sido transportados via Portugal (base das Lages) para Guantanamo... e depois? será que se esquecem que estamos em guerra? que Portugal, bem ou mal (eu acho que bem) escolheu publicamente um dos lados... e que em guerra nehuma se divulga qual o caminho pelo qual os prisioneiros inimigos são levados... mais, o conflito ainda não acabou e se para nós a fase mais visível não passou da anulação do Lisboa-Dakar, Madrid e Londres não se podem gabar do mesmo...

Portugal é aliado dos EUA neste conflito e acho muito bem que não divulgue enquanto o mesmo durar se passaram ou não por aqui os prisioneiros de guerra... por mim pode nunca divulgar... e quanto às convenções... será que um bombista suicida se preocupa com elas ou quem está em Guantanamo se o pudesse se preocupava? estamos no sexto ano de guerra e não há um fim para já à vista... habituem-se...


publicado por caodeguarda às 11:32
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Sábado, 26 de Janeiro de 2008

A nova ASAE

 

Recebida por e-mail


publicado por caodeguarda às 22:50
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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

RECORDANDO

Segundo Guerra Junqueiro, já fomos assim...
Mas, "felizmente", hoje, a malta é outra... mas os velhos "hábitos" é que teimam em não mudar. Eh! eh! eh! eh!


"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta  (...)

Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta ate à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados (?) na vida intima, descambam na vida publica em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na politica portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro (...)

Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do pais, e exercido ao acaso da herança, pelo primeiro que sai dum ventre - como da roda duma lotaria. A justiça ao arbítrio da Politica, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas;

Dois partidos (...), sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes (...) vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se amalgamando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar (...)"

Guerra Junqueiro, in "Pátria", escrito em 1896

 

recebido por e-mail mas não é por isso que concordo menos...


publicado por caodeguarda às 22:36
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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008

estamos a ser roubados... é só fazer contas...

Comentava der adler o seguinte:

1. Em 2002 um barril de petróleo custava 70 dólares, o que equivalia mais ou menos a 76 Euros.

2. Hoje em dia custa 100 dólares, o que pelo câmbio actual dá sensivelmente 70 Euros.

como é possível ser contabilizado a custo para nós e termos aumentos de combustível se o petróleo está de facto mais barato? a custo de hoje, com o barril a 89US$ isto dá 61,39€, menos 20%... mas e para nós o preço subiu sempre... e não se pense que é só na gasolina e no gasóleo... o mesmo acontece na indústria ao nível dos custos energéticos e nas matérias primas, sobretudo nas derivadas do petróleo...

 

Alguém anda-se a aboletar forte e feio, e quem será? é que se a diferença ainda viesse em nosso benefício, nós aqueles que deixamos de ser cidadãos e passamos a contribuintes... mas isto não vem de agora... foi uma "reforma" que começou no consulado do nosso actual PR... por isso é que ele se dá tão bem com o Sr. Pinto de Sousa, estão bem um para o outro... e Portugal é que se lixa...

 

 

 


publicado por caodeguarda às 09:30
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Domingo, 20 de Janeiro de 2008

Por que foi importante a moção de censura do BE

por Bruno Alves

O desfecho estava anunciado à partida. Depois de o Governo ter informado o parlamento da decisão de não realizar um referendo sobre o Tratado de Lisboa, o Bloco de Esquerda revelou que iria apresentar uma moção de censura, visto o Governo ter desrespeitado uma promessa eleitoral. Na passada quarta-feira, a moção foi debatida, condenada à nascença em virtude da maioria absoluta do PS, ainda por cima com a ajudinha do PSD e do CDS, que optaram por fechar os olhos e seguir o caminho da abstenção. No entanto, o Governo não pôde dispensar uma defesa, pois apesar de tudo, havia ainda a opinião pública a assistir ao debate ou aos resumos do dito nos telejornais: José Sócrates (com a abnegada ajuda de Alberto Martins) quis apresentar-se como o defensor da democracia parlamentar representativa, perante o ataque supostamente desavergonhado dos ferozes adeptos da demagogia e do populismo.

Mas como os deputados do BE e do PCP bem disseram, o que estava em causa era precisamente a saúde da democracia parlamentar. A moção censurava, não a ratificação parlamentar do tratado europeu, mas o incumprimento da promessa “socrática” de realizar um referendo sobre o tema. Alberto Martins bem se esforçava por dizer que os deputados eram os representantes do povo. Mas esqueceu-se que todos aqueles representantes foram eleitos com programas eleitorais que prometiam a realização de um referendo. Falou muito da dignidade da instituição parlamentar. Mas que dignidade há naquela instituição, quando, dos 230 deputados que foram eleitos com um programa que prometia a realização de um referendo, só a pequena minoria de comunistas e bloquistas respeita o que prometeu? É certo que os representantes não devem fazer sempre o que os representados querem, que o seu “dever” perante os representados é seguir a sua própria convicção (Burke dixit). Mas o que os representantes nunca devem fazer é desrespeitar o compromisso que estabeleceram com aqueles que votaram neles, quebrando a confiança que os representados neles depositaram.

É por isso que a moção de censura apresentada pelo BE foi importante e louvável. Claro que as boas consciências notaram a irrelevância do exercício, pois contra uma maioria absoluta do PS, era impossível derrubar o Governo. Mas se sempre que um Governo desrespeita uma promessa eleitoral, a oposição o censurasse no parlamento, mesmo sabendo que nunca poderia ver essa moção aprovada e o Governo derrubado, talvez esse hábito se mantivesse quando não existissem maiorias absolutas. E assim talvez os partidos tivessem mais receio em apresentar em campanha eleitoral propostas que não poderão cumprir no Governo, e os Governos se esquecessem menos das propostas que os seus partidos apresentaram aos eleitores que neles depositaram a sua confiança. A moção de censura do BE, e os votos a seu favor do PCP, são um elemento positivo na introdução de uma cultura de responsabilidade dos deputados perante os eleitores, e dos Governos pelas propostas apresentadas em campanha eleitoral. E se os votos contra do PS nada surpreendem, mais grave foram as abstenções do PSD e do CDS. O CDS, ao reclamar o referendo, cumpre aquilo que prometeu em 2005. Mas ao abster-se na moção de censura ao incumprimento da promessa socialista, mostra-se indiferente perante esse comportamento, levando a crer que a defesa do referendo, longe de uma posição de princípio e de respeito pelo compromisso com os seus eleitores, não passa de uma oportunista jogada para se diferenciar do PS e do PSD. O PSD, por sua vez, fez exactamente o mesmo que o PS. Esqueceu-se do que prometeu em 2005, sob a liderança do mesmo Santana Lopes que dá a cara pela liderança de Menezes. O PSD não só se mostra indiferente (ao abster-se) perante a falta de vergonha do PS e o desrespeito socialista pelos eleitores, como partilha (ao quebrar a promessa eleitoral de apoiar a realização de um referendo) com os socialistas essa falta de respeito e essa falta de vergonha. Algo vai mal quando a defesa da democracia parlamentar é feita pelo BE e pelo PCP.


publicado por caodeguarda às 22:55
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Domingo, 13 de Janeiro de 2008

Já era altura, não?

Cinco meses depois

 

Cinco meses depois, não seria altura para a comunicação social fazer o ponto da situação da operação Verde Eufémia em Silves? Cinco meses depois, muito concretamente, qual foi o apoio prestado pelo Ministério da Agricultura ao agricultor? Cinco meses depois, o agricultor já recebeu algum tipo de compensação? Cinco meses depois, o que é que aconteceu aos participantes na destruição do milho transgénico? Em suma, cinco meses depois, como é que se encontra todo este processo?
Roubada a Paulo Gorjão

publicado por caodeguarda às 22:49
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distinção socrática

Estamos a viver num verdadeiro oásis!

Aprendam:

* Em Portugal, o poder de compra caiu de tal modo que até a classe média está a sentir na pele essa queda.

No seu estilo inconfundível, o Bloco de Esquerda, pela voz do seu líder, atacou o Governo com o seguinte argumento:
 - Temos a situação tão degradada com os valores éticos, sociais e morais a ser postos quotidianamente em causa por este Governo, que até universitárias estão a começar a prostituir-se.

A resposta de Sócrates não se fez esperar:
- Em primeiro lugar, este Governo não recebe lições de ética, nem de moral nem quaisquer outras, de ninguém muito menos do BE; em segundo lugar e como é apanágio de V. Exª e a tudo que já nos habituou na teimosa distorção sistemática da realidade, o que acontece é exactamente o oposto: a situação é tão boa que até as prostitutas já são universitárias.


E esta, hem!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

recebid por e-mail 


publicado por caodeguarda às 22:42
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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008

Fechar meio país ou fechar a ASAE?

A ASAE ao tornar a fiscalização mais eficaz salientou a falta de adequação da legislação em vigor ao país. A lei é para ser aplicada, mas será que encerrar meio país era a intenção do legislador? Ou há aqui um excesso de zelo da ASAE? Será que a ASAE está a criar valor ou a ameaçar destruir demasiada actividade económica? E em nome de quê?

A concentração de competências dispersas por várias entidades numa única – a ASAE – foi uma medida interessante, trouxe maior eficácia à fiscalização e permitiu uma visão integrada dos diversos problemas que se concentram em qualquer actividade económica. A fiscalização é uma actividade importante. Deve ser exercida de forma discreta, sistemática, regular, com bom senso e precaução, garantindo a segurança e dando confiança aos consumidores. A confiança cria valor, estimulando a actividade económica. A actuação da ASAE, pelo contrário, tem sido espalhafatosa e mediática, criando desconfiança nos consumidores e medo nos proprietários de estabelecimentos, destruindo, neste sentido, valor.

Veja-se o exemplo dos restaurantes chineses. As pessoas ao saberem que a ASAE estaria mais atenta à actividade de restauração deveriam diminuir as suas reservas e jantar fora com maior segurança e frequência, nomeadamente nos restaurantes chineses. Na realidade o que aconteceu foi o contrário. Ao fazer da fiscalização uma operação mediática, a ASAE lançou a desconfiança sobre todos os restaurantes pertencentes a um grupo étnico. E os restaurantes que cumpriam a lei e que continuaram abertos (a maioria) ficaram praticamente sem clientes durante meses, não sendo certo que tenham já recuperado. Um enorme prejuízo criado pela actuação de uma entidade cuja função é dar confiança e não lançar pânicos infundados.

A ASAE pertence ao Estado, e numa sociedade liberal e democrática o Estado deve proteger as minorias étnicas e combater os preconceitos racistas. Uma acção directa contra um grupo étnico desta natureza teria levado a demissões em qualquer país europeu. Em Portugal, os jornalistas reportaram acriticamente esta operação, sendo cúmplices de um dos piores actos de racismo promovidos pelo Estado português nos últimos anos.

Se a forma de actuação em relação aos restaurantes chineses foi totalmente errada, há outros casos em que a ASAE poderá estar apenas a fazer cumprir a lei, actuando dentro das suas competências. No entanto, pergunto se o está a fazer com proporcionalidade e bom senso ou se tem pecado por excesso de zelo.

Quando o seu presidente afirma que metade dos estabelecimentos de restauração poderão fechar, pergunto-me onde ficou o bom senso? Será que em Portugal há uma situação generalizada de intoxicações alimentares que justifique algo tão draconiano? Ou será que estamos a apontar como mínimo padrões de qualidade que deveríamos reservar para restaurantes de luxo?

A culpa aqui não é só da ASAE, é também dos legisladores. Os legisladores portugueses gabam-se, demasiadas vezes, de fazerem leis iguais às mais avançadas da Europa, esquecendo que estas vão ser aplicadas num dos menos avançados países do continente. Existe nos legisladores e nos fiscais a ideia de que leis mais exigentes aumentam a qualidade. Os primeiros acabam por fazer leis com normas demasiado rigorosas. E os segundos, num claro abuso de poder, transformam muitas vezes o que apenas são recomendações em normas adicionais, que pelo sim pelo não “quem não quiser ter problemas” tem de cumprir. O resultado são custos para os estabelecimentos, gastos em alterações que pouco acrescentam em termos de higiene, e que muitas vezes tornam os estabelecimentos menos agradáveis. Os azulejos que enchem as paredes de cafés e restaurantes por Portugal fora são um bom exemplo disso. Nenhuma lei obriga a que os estabelecimentos os tenham, mas muitos proprietários optam por esta solução, com receio das interpretações mais exigentes dos fiscais. O resultado: cafés e restaurantes descaracterizados, frios, feios e com elevados índices de ruído. Tudo em nome da qualidade e da higiene.

Outro problema dos excessos dos legisladores e fiscais é a criação de importantes barreiras à entrada e à concorrência, quando esta é uma das opções – tantas vezes esquecida – para melhorar a qualidade. De facto, se deixarmos diferentes estabelecimentos concorrer, os clientes poderão escolher os que mais lhes agradam e os que mais se adequam ao seu padrão de consumo. Mais, a qualidade promove-se com leis que facilitem a entrada de novas formas de oferta no mercado, e com uma fiscalização que não torne proibitiva a continuação de ofertas a baixo preço ou de estabelecimentos de pequena dimensão. A fiscalização e a regulação devem concentrar-se nos aspectos que poderão pôr realmente em perigo a saúde pública e deixar a escolha dos consumidores fazer o restante trabalho.

Quando se fala de fechar metade dos estabelecimentos e obrigar os que permanecem a importantes obras, estamos ultrapassar claramente esse limite, com enormes custos para os proprietários, trabalhadores e consumidores. Tal representaria uma redução brutal da oferta, que resultará em menor diversidade, menor qualidade, menor concorrência e, consequentemente, preços mais elevados. Terá alguém estudado o custo destas medidas em termos de emprego, falências, aumento da inflação, impacto no turismo, etc? Está a ASAE a decidir o que os consumidores devem escolher? Quem encomendou este serviço, e onde está afixado o seu preço?

 

Manuel Caldeira Cabral in Jornal de Negócios


publicado por caodeguarda às 14:12
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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008

Beer contains female hormones

Last month, National University of Lesotho scientists released the results of a recent analysis that revealed the presence of female hormones in beer. Men should take a concerned look at their beer consumption. The theory is that beer contains female hormones (hops contain phytoestrogens) and that by drinking enough beer, men turn into women.

To test the theory, 100 men drank 8 pints of beer each within a 1 hour period.
It was then observed that 100% of the test subjects:

1) Argued over nothing.
2) Refused to apologize when obviously wrong.
3) Gained weight.
4) Talked excessively without making sense.
5) Became overly emotional.
6) Couldn't drive.
7) Failed to think rationally.
8) Had to sit down while urinating.

No further testing was considered necessary.

 

recebida por e-mail


publicado por caodeguarda às 00:05
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