Domingo, 26 de Julho de 2009

Obama e os "amiguinhos dos animais"

Radical Animal Rights Attorney Cleared To Become Obama’s Regulatory Czar
Dog Owners, Hunters, Farmers Urged To Ask
Their Senators To Stop Sunstein Nomination

by JOHN YATES
American Sporting Dog Alliance
http://www.americansportingdogalliance.org
asda@csonline.net (asda@csonline.net)

This report is archived at http://eaglerock814.proboards.com/index.cgi?action=display&board=general&thread=52

UPDATE July 22, 2009: WASHINGTON (Fox News) -- President Obama's nominee for "regulatory czar" has hit a new snag in his Senate confirmation process -- a "hold" by Texas Sen. John Cornyn, who's says he's not convinced that Harvard professor Cass Sunstein won't push a radical animal rights agenda, including new restrictions on agriculture and even hunting.

Senators are permitted "holds" to prevent a vote on a nominee from coming to the floor. They are often secretive and for very specific reasons.

"Sen. Cornyn finds numerous aspects of Mr. Sunstein's record troubling, specifically the fact that he wants to establish legal 'rights' for livestock, wildlife and pets, which would enable animals to file lawsuits in American courts," the Republican's spokesman, Kevin McLaughlin, said in a statement to FOXNews.com.


The American Sporting Dog Alliance contacted Sen. Cornyn earlier this week. Please write to Sen. Cornyn and thank him for his support: http://cornyn.senate.gov/public/index.cfm?FuseAction=Contact.ContactForm . Also, please contact your own two U.S., Senators (see below for information and links). Sen. Cornyn’s hold makes it vital to convince the other senators to block Sunstein’s nomination.
                   
WASHINGTON (July 21, 2009) – Sen. Saxby Chambliss (R-GA) has lifted his “hold” blocking the nomination of Harvard Law School scholar and animal rights legal strategist Cass Sunstein for the post of regulatory czar in the Administration of his close personal friend, President Barack Obama.

Sen. Chambliss had blocked the nomination based on concerns of farm groups because of Sunstein’s strong animal rights beliefs, including support of stringent regulation of people who raise animals and a ban on hunting. Last week, however, Chambliss met with Sunstein and announced on the Senate floor that he had lifted the hold on the nomination. The Senator added that the way is now clear for the U.S. Senate to confirm Sunstein before its August recess.

The American Sporting Dog Alliance is urging all dog owners, hunters, firearms rights advocates, farmers and civil libertarians to take immediate action by urging the U.S. Senate to reject the Sunstein nomination to head the powerful Office of Information and Regulatory Affairs (OIRA) in the White House. Taking action now is of the utmost urgency.

Sunstein has the strong support of the Humane Society of the United States, which is the political arm of the radical animal rights movement, according to a July 15 statement by HSUS Vice President and Chief Operating Officer Michael Markarian in The Huffington Post. Referring to the regulations to implement the federal Animal Welfare Act, and new rules about animal fighting and importing dogs, Markarian wrote: “These kinds of legal changes are precisely why Americans need a regulatory czar like Cass Sunstein in charge of OIRA -- to make sure the federal agencies properly implement regulations to enforce these new laws.”

The Office of Information and Regulatory Affairs (OIRA) “reviews and alters regulations created by federal agencies,” according to Congress Daily.

Sunstein, who has published 15 books, would have broad powers to review, recommend changes and possibly engineer changes in all federal regulations, including those about dog ownership, farming, hunting on federal lands, and enforcement of gun control laws.

In his published writings and speeches, Sunstein has advocated:
  Giving animal rights groups the power to file lawsuits on the behalf of animals against their owners.   Very strict regulations about animal ownership, farming and hunting.   The elimination of hunting.   The elimination of the individual right to keep and bear arms.   Moving toward a vegan vegetarian society.   Rewriting the Constitution and Bill of Rights.   And restrictions on free speech.
Each of those assertions will be documented later in this report by direct quotations from Sunstein’s published books and speeches.

The American Sporting Dog Alliance believes Sunstein would have a severely negative impact on dog owners, farmers, hunters, gun owners and civil libertarians – Indeed, to all Americans!
 
To read the rest of this report, please visit http://eaglerock814.proboards.com/index.cgi?action=display&board=general&thread=52[/] .[/]
  Please visit us on the web at http://www.americansportingdogalliance.org . Our email is asda@csonline.net (asda@csonline.net) .
 


publicado por caodeguarda às 16:31
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ainda o nanny-state

 

Congressman John Fleming (Louisiana physician) has proposed an amendment that would require congressmen and senators to take the same healthcare plan they force on us (under proposed legislation they are curiously exempt).  Congressman Fleming is encouraging people to go on his Website and sign his petition (very simple - just first, last and email).  I  have immediately done just that at:  http://fleming.house.gov/ .   If Congress forces this on the American people, the Congressmen should have to accept the same level of health care for themselves and their families. 

 

 

recebido por e-mail


publicado por caodeguarda às 15:39
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Sábado, 18 de Julho de 2009

Uma boa resposta ás causas fracturantes do Pinto de Sousa

Só falta saber se quem fez o exame à próstata pode ser membro...

 

 

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publicado por caodeguarda às 22:47
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Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Grande despedida...

Vasco Graça Moura

Suar as estopinhas

por Vasco Graça Moura<input ... >Hoje<input ... >Comentar

 

Devo estes dez anos que passei no Parlamento Europeu aos convites que, em 1999 e em 2004, me foram feitos por José Manuel Durão Barroso, da primeira vez ainda líder do principal partido da oposição e, da segunda, já primeiro-ministro. E faço questão de agradecer-lhe aqui essa oportunidade de "frequentar" a Europa durante uma década num nível mais estreitamente profissional e político do que o de qualquer das minhas experiências anteriores.

Tudo isso foi muitíssimo interessante a todos os títulos e, se naturalmente tenho pena de dar esta fase por terminada, não tenciono flagelar o leitor com a exposição dos meus estados de alma. Parece-me, sim, importante, salientar que o meu convicto europeísmo se vem tornando cada vez mais crítico e mais exigente e, por isso mesmo, um tanto ou quanto mais… decepcionado. Mas foi em nome dele que trabalhei como deputado europeu.

A União Europeia, hoje, transparece simbolicamente numa simples frase que tem um alcance muito mais do que anedótico. Na versão portuguesa do projecto de regulamento para o conselho de administração da Casa da História Europeia, que já aqui tive ocasião de referir em artigo anterior, lê-se, logo nas segunda e terceira linhas: "Observação: A designação de cargos no género masculino abrange igualmente o sexo feminino"!!!

Tive ocasião de protestar energicamente junto de Hans-Gert Pöttering, presidente cessante do PE, apelidando esta observação de pura idiotia e considerando-a ofensiva para Portugal, quanto mais não fosse por, tratando-se de um país democrático, poder pensar-se que entre nós as coisas não se passariam assim…

Mas ela simboliza bem a Europa que estamos a construir, um misto de politicamente correcto a resvalar com frequência para a mais estarrecedora imbecilidade fundamentalista, como no caso referido, e de insignificâncias sucessivas; de exportação de direitos humanos (que ninguém, no resto do mundo, está muito interessado em importar a não ser por momentâneas razões tácticas), como álibi para a passividade mais descaracterizadora da afirmação europeia no mundo; de concessões permanentes à esquerda em nome de consensos pateticamente ineficazes; de transplantação fiel dos vícios dos parlamentarismos nacionais para o Parlamento Europeu cuja competência acrescida vai ser um factor de atraso da construção europeia e não de progresso; da mais completa impotência defensiva e militar; de total incapacidade de defesa da produção industrial europeia e dos interesses comerciais europeus ante a concorrência asiática (como Mandelson se encarregou de demonstrar); de desunião motivada por interesses divergentes e centrífugos dos países membros; de nacionalismos e proteccionismos encapotados; de bandeiras erguidas e prontas a baixar logo que um dos países "motores" franze o sobrolho (por exemplo, a indústria alemã ou a agricultura francesa)...

Uma Europa que se pretende, agora, mais viável através do Tratado de Lisboa, quando o certo é que este, se adoptado, vai abrir a porta ao directório dos mais fortes e das suas alianças pontuais, ao sabor das conveniências, e sem resolver a conflitualidade decorrente do último alargamento que veio multiplicar e agravar os problemas comunitários. E também vai criar um parafederalismo contraditório com o decidido na Alemanha pelo tribunal constitucional. Enfim, uma Europa cujos membros, desunidos e confinados à defesa da intergovernamentalização e de geometrias variáveis de oportunismos, se arrisca a debilitar ainda mais a Comissão Europeia, quando esta devia ser o verdadeiro motor da construção em que todos dizem empenhar-se. Assim, vencer a crise actual vai ser muito mais difícil.

Mas o leitor pode ver a análise destes e de muitos outros problemas, quer no breve mas excelente artigo de José Cutileiro no Expresso de sábado passado quer na Prospect de Julho, em que um extenso artigo de Charles Grant faz o levantamento da situação para pôr, de pleno, a questão de saber se a Europa não estará slipping backwards, isto é, a escorregar para trás e, do mesmo passo, a ceder a vez a outros na configuração da nova ordem mundial…

Numa Europa como a de hoje, Jacques Delors não seria possível e Durão Barroso vai ter de suar as estopinhas.

 

no DN


publicado por caodeguarda às 16:51
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Sábado, 11 de Julho de 2009

poesia por e-mail

Os Portíadas

 
CANTO PRIMEIRO

1

A fama dos Dragões assinalados
Que desta Mui Nobre, Invicta e Leal,
Em estádios nunca antes disputados
Jogaram p'ra ganhar cada final,
E em torneios e jogos esforçados
Mais do que era sonhado em Portugal,
Entre gente remota conquistaram
Nova glória, que tanto sublimaram;

2

E também as memórias gloriosas
De oitenta e sete, aí principiando
Nova Era, e as terras viciosas
Que de Espanha ao Japão foram domando,
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Imprensa libertando,
Cantando espalharei por toda parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.

3

Cessem da pantera e mais felinos
As deambulações grandes que fizeram;
Cale-se dos tais cinco violinos
A fama das vitórias que tiveram;
Que eu canto o peito ilustre dos meninos
A quem Manchester e Real obedeceram!
Cesse tudo o que Record e Bola cantam,
Que outros valores mais alto se alevantam!


publicado por caodeguarda às 13:11
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o jornalista terá sido o João Miranda?

"Sete sequestradores foram este sábado assassinados a tiro pela polícia filipina durante a operação de resgate de um empresário de Manila, de acordo com o que anunciaram as autoridades citadas pela «EFE».

 

Segundo o chefe da polícia metropolitana da capital filipina, Perfecto Palad, os agentes envolveram-se num intenso tiroteio com os membros de um bando que pedia um resgate de 20 milhões de pesos (cerca de 350 mil euros) por um comerciante de tabaco.

Três dos sequestrados morreram no esconderijo e os restantes quatro num controlo de segurança próximo quando estavam a tentar escapar num automóvel, revela a mesma fonte.

Nas Filipinas já foram sequestradas este ano pelo menos 50 pessoas, segundo números de organizações independentes. No entanto, a polícia revelou que foram sequestradas 20 pessoas.

A deterioração da situação económica do país é a razão do aumento dos sequestros, de acordo com o que acreditam as autoridades.
"

in IOL Diário

 

Alguém explique ao iluminado do jornalista que um (ou mais) criminoso envolvido em tiroteios com a polícia não é assassinado, mas sim simplesmente morto... aqui nem sequer foi uma "eliminação" por snypers... enfim...


publicado por caodeguarda às 13:05
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Sábado, 4 de Julho de 2009

e-mails importantes

June 26, 2009

The Cap-and-Trade Bill Is an Economic Disaster

By Investor's Business Daily

Fiscal Policy: The House of Representatives is preparing to vote on an anti-stimulus package that in the name of saving the earth will destroy the American economy. Smoot-Hawley will seem like a speed bump.

Not since a misguided piece of legislation imposed tariffs that turned a recession into a depression has there been a piece of legislation as bad as Waxman-Markey.

The 1,000-plus-page American Clean Energy and Security Act (H.R. 2454) is being rushed to a vote by House Speaker Nancy Pelosi before anyone can seriously object to this economic suicide pact.

It's what Janet Napolitano, secretary of Homeland Security, might call a "man-caused disaster," a phrase she coined to replace the politically incorrect "terrorist attack." But no terrorist could ever dream of inflicting as much damage as this bill.

Its centerpiece is a "cap and trade" provision that has been rightfully derided as "cap and tax." It is in fact a tax on energy everywhere it is consumed on everything it is used to make or provide.

It is the largest tax increase in American history — a tax on all Americans — even the 95% that President Obama pledged would never see a tax increase.

It's a political bill that could come to a vote now that a deal was struck with farm-state legislators concerned about the taxation of even bovine flatulence.

As part of the agreement reached Tuesday night and announced by Rep. Henry Waxman, D-Beverly Hills, agricultural oversight for cap-and-trade was transferred from the Environmental Protection Agency to the U.S. Department of Agriculture.

Farmers hope the USDA will be less intrusive. The EPA has been tasked by a Supreme Court ruling to regulate greenhouse gas emissions from your nostrils to your lawn mower. This even covers the emissions of barnyard animals, including the methane from cows.

The American Farm Bureau warns that cap and trade would cost the average farmer $175 on every dairy cow and $80 for beef cattle. So farm-state politics trumped climate change.

We all know about farmers paid not to grow food. But now, American taxpayers apparently will be paying companies not to chop down trees. The Washington Times reports that as part of the legislation, the House will also be voting Friday on a plan to pay domestic and international companies around the world not to cut down trees.

Such offsets "would be a transfer of wealth overseas," said William Kovacs, vice president for environmental affairs at the U.S. Chamber of Commerce. So if a tree falls in a Brazilian forest, does a U.S. taxpayer make a sound?

As we've said before, capping emissions is capping economic growth. An analysis of Waxman-Markey by the Heritage Foundation projects that by 2035 it would reduce aggregate gross domestic product by $7.4 trillion. In an average year, 844,000 jobs would be destroyed, with peak years seeing unemployment rise by almost 2 million (see charts below).

Consumers would pay through the nose as electricity rates would necessarily skyrocket, as President Obama once put it, by 90% adjusted for inflation. Inflation-adjusted gasoline prices would rise 74%, residential natural gas prices by 55% and the average family's annual energy bill by $1,500.

Hit hardest by all this would be the "95% of working families" Obama keeps mentioning as being protected from increased taxation. They are protected, that is, unless they use energy. Then they'll be hit by this draconian energy tax.

And what would we get for all this pain? According to an analysis by Chip Knappenberger, administrator of the World Climate Report, the reduction of U.S. CO2 emissions to 83% below 2005 levels by 2050 — the goal of the Waxman-Markey bill — would reduce global temperature in 2050 by a mere 0.05 degree Celsius.

President Obama has called on the U.S. to "lead by example" on global warming. During the campaign, he said: "We can't drive our SUVs and eat as much as we want and keep our homes on 72 degrees at all times . . . and then just expect that other countries are going to say OK."

Soon we may not be able to. Other countries can just sit back and watch us destroy ourselves. Where will you be when the lights go out?


publicado por caodeguarda às 18:16
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