Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Como o ensino europeu é visto nos EUA

Europe’s Philosophy of Failure
 
By Stefan Theil
Page 1 of 1
January/February 2008
In France and Germany, students are being forced to undergo a dangerous indoctrination. Taught that economic principles such as capitalism, free markets, and entrepreneurship are savage, unhealthy, and immoral, these children are raised on a diet of prejudice and bias. Rooting it out may determine whether Europe’s economies prosper or continue to be left behind.
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publicado por caodeguarda às 23:42
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Informação à chinesa...

EIS OS MONGES QUE TÊM SIDO RESPONSÁVEIS PELA VIOLÊNCIA EM LASSA !
 
A DIFUNDIR !
Como a China desinforma!
 
(Foto de militares chineses preparando-se para trocar os seus uniformes por vestes de bonzos tibetanos - de uma Agência de Comunicação da Grâ-Bretanha)



Nota : Os monges de Lassa declararam que, estando detidos, obviamente não poderiam estar presentes nas manifestações; esperemos que esta imagem seja dada a conhecer ao maior número possível de pessoas. Eu cumpri a minha parte !

 recebido por e-mail


publicado por caodeguarda às 14:04
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Margarida e Manuela

margarida e manuela - ii*


Não existe nada de particularmente novo na crise económica que estamos a atravessar. Nem são especialmente exigentes ou misteriosas nem pertencem ao mundo dos deuses as medidas a tomar em situações semelhantes. Mais do que descobrir a pólvora, trata-se de ter coragem política, traçar um rumo e aplicá-lo, mau grado as reacções corporativas e dos interesses instalados. Mau grado as primeiras consequências visíveis dessas mesmas medidas.

A
Senhora Thatcher, a quem abusivamente chamámos Margarida
(espero que ninguém se ofenda), foi, talvez, a primeira governante contemporânea a fazer o exacto diagnóstico da crise económica em que se encontrava um país terrivelmente socializado e estatizado, o seu, e a aplicar-lhe uma terapia de choque, única forma de conseguir "dar a volta" por cima.

Também a Inglaterra dos anos 70 se endividara muito para além do possível, experimentara toda a sorte de estímulos
keynesianos
para relançar a economia, apostara num sector público imenso, tinha legislação laboral e empresarial terrivelmente proteccionista (ditada, de resto, pelos poderosíssimos sindicatos). Também o governo socialista saíra de cena sem soluções e com o país submergido numa gravíssima crise económica, com elevadas taxas de desemprego e de inflação.

As primeiras medidas que o governo conservador de Margareth Thatcher aplicou, não foram muito distintas das que aqui foram seguidas pelo Ministério de Ferreira Leite, a quem, abusivamente também, chamámos
Manuela
: controle da despesa pública, medidas para diminuir o consumo e o endividamento das famílias, e rigor orçamental. Também cá, como na Inglaterra dos anos 80, o desemprego aumentou, graças às empresas que faliram, e a inflação cresceu, o poder de compra diminuiu e os índices económicos imediatos revelaram-se assustadores.

Contudo, o governo da Srª Thatcher venceu a crise, deu a volta por cima, criou riqueza e relançou a Inglaterra como potência económica regional. O governo da Senhora Ferreira Leite está condenado ao insucesso. Pelo menos pelo que, por enquanto, aparenta. Onde está, então, a diferença?

É que nenhum governo liberal, ou liberalizador, pode exigir sacrifícios aos cidadãos, sem se sacrificar a si mesmo e sacrificar o que é ilusoriamente seu. Isto é: não é concebível que seja o sector privado a pagar a crise, ficando o sector público - que a originou e a manterá – rigorosamente na mesma.

Todos os sacrifícios passados pelos portugueses teriam sentido se com eles se custeasse a reforma estrutural do Estado: diminuindo drasticamente os efectivos da Administração Pública - pagando-lhes reformas antecipadas - e não os substituindo por outros, encerrando todos os sorvedouros de receitas, como ainda são a RTP e a TAP, reduzindo consideravelmente a dimensão intervencionista do governo na vida dos cidadãos, baixando, de facto, a carga fiscal sobre as empresas e a classe média, ou seja, sobre quem gera riqueza e emprego.

Ao contrário de Margarida que o fez, o governo de Manuela exige sacrifícios aos seus cidadãos, e continua a sustentar uma máquina despesista que não se vê diminuir: a RTP, que seria privatizada ou se extinguiria, mantêm-se na mesma, a TAP, lá está, o Governo, por cada assessor demitido contrata, pelo menos, dois, e a Administração Pública,
ex-libris
reformista de Barroso, vai manter-se intacta, a acreditar nas palavras de Deus Pinheiro. Para que servem, então, os sacrifícios impostos?

Acresce, a tudo isto, que Portugal é um país pequeno, pobre, que não se preparou para o mercado único europeu e que não tem praticamente capacidade produtiva. Oferecemos serviços invariavelmente maus ou, pelo menos, piores e mais caros do que muitos países europeus e comunitários. Somos, os dez milhões de almas que aqui habitamos, um mercado de consumidores que quase nada produz.

Por tudo isto, a Drª Manuela Ferreira Leite irá fracassar: só fez o "trabalho" pela metade. Ainda por cima, a parte pior e a mais impopular e desagradável. Enquanto que, em Inglaterra, a Srª Thatcher é hoje recordada com saudade, ao ponto do actual primeiro-ministro socialista imitar o seu estilo e a invocar insistentemente.

* Publcado no
Catalaxia, em 26 de Novembro de 2003.


publicado por caodeguarda às 09:37
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Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

porque sim...


publicado por caodeguarda às 22:47
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Sábado, 19 de Abril de 2008

A "crise" no PSD ou a sucessão no (des)Governo

 Cada vez mais o Estado Estalinista Português está fragilizado. Cada dia aumenta o descontentamento contra o "Eng" Pinto de Sousa, e não há alternativa na oposição parlamentar.

 

 Meneses tem a habilidade política de Santana, sem ter o seu charme mediático. Tem feito na Câmara de Gaia um trabalho com bastante visibilidade, mas também Santana o tinha feito na Figueira. E, tal como Santana, as trapalhadas surgem diaramente, seja pela boca do próprio Meneses, seja pela boca dos seus porta-voz oficiais.

 

 Os votantes no PSD deitam as mãos à cabeça, e, apesar de as "bases" estarem controladas pelo aparelho Menesista, toda a gente tem consciência de que este PSD não é alternativa a nada, nem a ninguém.

 

 O que está em jogo nesta guerra interna no PSD, é mais do que politica interna. Se ganharem os Menesistas está garantido o triunfo do "Eng" Pinto de Sousa. Se ganhar algum dos candidatos que diariamente têm sido comentados, esse triunfo pode ser diminuido, ou mesmo questionado.

 

 Portanto, meus caros, o que está em jogo na guerra do PSD é a continuação do Portugal Estalinista, ou algo de diferente, se bem que, com as ingerências cada vez maiores da UE, nunca será muito diferente na substância, mas apenas no estilo.


publicado por morgado_do_bombarral às 20:06
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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

CCB monumento nacional?

Leio no Sexta-Feira que o CCB vai passar a monumento nacional dentro de alguns meses... finalmente vai ser glorificada aquela inovação do Sr. Silva que passou a pautar todas as grandes obras públicas desde os anos 90 do século passado, ou seja, a derrapagem orçamental... monumentalize-se o mono!!! como monumento à má gestão, pelo menos...

publicado por caodeguarda às 22:54
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Um festival da canção ganho por uma Portuga?

Foi o da McDonald's, ganhou a 2500 concorrentes de todo o mundo... parabéns!

publicado por caodeguarda às 09:14
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E não é que a Fernanda Câncio tem razão?

O INQUEBRANTÁVEL SENTIMENTO DO SR. SILVA


Fernanda Câncio
jornalista
fernanda.m.cancio@dn.pt
É verdade o que José Miguel Júdice disse esta semana na SIC Notícias sobre Jardim: há décadas que os responsáveis políticos portugueses o tratam como se tratam os doidos, fazendo de conta que não o ouvem e nunca o contrariando. Aliás, não são só os responsáveis políticos. Basta não se ser madeirense ou, sendo, não viver na Madeira, para poder ignorar Jardim. E se um madeirense que vive na Madeira se queixa, a resposta está na ponta da língua: "Votam nele, não votam?"Certo que votam, há décadas, e sempre com maioria absoluta, não havendo notícia de quem acuse Jardim de manipular resultados. Terão pois o que merecem e nós, os outros portugueses, só damos por eles e por Jardim quando ele se lembra de insultar alguém "do Continente" ou desata num berreiro porque quer mais dinheiro ou ameaça não cumprir leis da República. Como alguns pedopsiquiatras dizem da má educação das crianças, será a forma de Jardim dizer "estou aqui".

Há, porém, um pequeno, minúsculo pormenor: nem todos os madeirenses votam em Jardim. Nas últimas eleições, em 2007, foram quase 40% dos recenseados a não votar nele. E dizem as regras da democracia que esses 40% têm, não só direito à vida, como a respeito, respeito esse devido aos seus representantes eleitos no Parlamento madeirense. Representantes que Jardim, igual a si próprio, faz gala em desrespeitar e insultar. Até aqui nada de novo. Novo é ter tido, ultimamente, apoios de peso nesse desrespeito: primeiro, o do presidente da Assembleia da República, o socialista Jaime Gama, que naquele mesmo Parlamento elogiou Jardim como "uma figura ímpar da democracia portuguesa" (se era para ser irónico, a ironia foi daquelas com necessidade de livro de instruções). E, esta semana, o do Presidente da República, que iniciou uma visita à Madeira após o anúncio, por parte de Jardim, de que não seria alvo de uma sessão solene no Parlamento Regional porque ele, Jardim, "tem vergonha daquele bando de loucos" (para Jardim os " loucos" são os deputados eleitos da oposição, bem entendido).

Há quem, como António Barreto, defenda que Cavaco, nestas circunstâncias, não devia ter ido; e quem, como Pacheco Pereira, considere que Cavaco devia ir para tornar bem claro a Jardim que por mais absolutas que sejam as suas maiorias o regime em vigor é a democracia, e o país no qual vive é Portugal. Não me contando entre os apoiantes de Cavaco nas eleições presidenciais, esperava do Presidente eleito o mesmo que Pacheco Pereira. Por um motivo muito simples: é o seu dever. Mas Cavaco achou que não. E não só aceitou a desfeita à democracia e a si próprio, assim a modos de um qualquer sr. Silva e não do representante supremo de Portugal, como chegou a, num discurso qualquer, referir-se ao "sentimento inquebrantável entre portugueses e madeirenses". Fez-se pois luz: Cavaco acha que a Madeira é o estrangeiro. Até se compreende, mas não se desculpa.|

No DN

publicado por caodeguarda às 09:04
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Quando cá a preocupação dos pais é conseguir uma boa escola...

Nos EUA é a que gangue devem pertencer os putos...

A couple fighting about which gang their 4-year-old toddler should join caused a public disturbance that resulted in the father's arrest, Commerce City police said Thursday.


publicado por caodeguarda às 23:28
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Mais estradas não é o caminho

Manuel Caldeira Cabral

Mais estradas não é o caminho



Portugal é hoje um país de baixa poupança e baixo investimento. Para crescer tem de garantir que os projectos escolhidos são os com maior retorno. Será que novas auto-estradas, TGV, pontes e aeroportos são o que o país mais precisa? Será esta a melhor aplicação para 20 mil milhões de investimento? Quando Portugal entrou para a CEE ...

Quando Portugal entrou para a CEE muitos acreditavam que construir auto-estradas (AE) era a chave para crescer e convergir com a Europa. Acreditavam também que fazer chegar as AE ao interior contribuiria para a coesão nacional. Entre 1986 e 2001, Portugal passou de 200 quilómetros de auto-estradas para mais de dois mil. Nestes anos houve uma intensa construção de vias de comunicação e houve convergência. A teoria do desenvolvimento baseado no betão parecia confirmar-se. A melhoria das infra-estruturas contribuía para um aumento da produtividade e do crescimento económico.

No entanto, um facto nada teve a ver com o outro. Portugal teve um aumento da produtividade superior aos países europeus nos primeiros anos de integração (em que praticamente não abriu novas AE) e depois, desde o início dos anos noventa até hoje, abriu novos troços de AE a um ritmo de mais de 100 quilómetros por ano e manteve um crescimento da produtividade inferior à média da União Europeia (UE).

O exemplo português contrasta com o da Irlanda, o país da UE que desde o final dos anos oitenta apresentou o maior crescimento económico. Com quatro milhões de habitantes e um território que é ¾ do de Portugal, um PIB maior, e um rendimento per capita duas vezes e meia superior ao do nosso país, a Irlanda, em 2001, tinha apenas 328 quilómetros de estradas de duas faixas (AE e outras). Na década anterior, pouco tinha aumentado a sua rede de AE e, ainda assim, a economia irlandesa cresceu a mais de 7% ao ano. O mesmo se pode dizer em termos da capacidade das AE em promover o desenvolvimento regional. A diferença entre regiões em Portugal tem continuado a crescer apesar de todas as AE que chegaram ao interior, continuando mais elevada do que a que se verifica entre regiões da Irlanda e de outros países europeus.

Neste contexto, as notícias de que Portugal vai lançar obras no valor de 20 mil milhões de euros para construir novas AE (mais 580 quilómetros), aeroportos, pontes e linhas de alta velocidade, devem ser vistas com algum cepticismo. Nenhuma destas infra-estruturas é inútil. Mas será que cada uma delas é um bom investimento? Será que são os investimentos mais necessários e com maior rentabilidade social para o país?

A lei dos rendimentos e das utilidades marginais decrescentes pode aplicar-se a muitas coisas, inclusive a AE e a TGV. O contributo do quilómetro 2.458º de AE será provavelmente muito menor do que o do 401º km. É a diferença entre ligar cidades de mais de um milhão de habitantes (Lisboa e Porto) ou ligar cidades com menos de 40 mil habitantes. Países mais ricos que Portugal (como a França ou o Reino Unido) têm inúmeras cidades com mais de 50 ou até 100 mil habitantes que não estão ligadas por AE, porque esses não foram considerados investimentos suficientemente interessantes.

A Irlanda com uma má rede de estradas mostrou-se capaz de dar um salto enorme investindo mais na qualificação das pessoas e no bom funcionamento das instituições, e menos em infra-estruturas viárias. Nos últimos cinco anos Portugal desinvestiu nas universidades e na formação. A escassez de fundos faz com quem muitas instituições públicas importantes como tribunais, escolas, universidades, centros de emprego, instituições de apoio às empresas, etc, funcionem pior do que poderiam. Em alguns casos, a falta de verbas impede que estas se reformem. Estes seriam provavelmente investimentos públicos com maior retorno que AE e TGV.

Mas porventura os investimentos com maior retorno que o País poderá fazer são os de origem e decisão privada. É bom que o entusiasmo de investimento público não limite a capacidade de os privados continuarem a ser o motor do crescimento do investimento em Portugal. Os impostos e recursos privados mobilizados para os grandes investimentos que agora se anunciam vão acabar por ser desviados de outros projectos mais pequenos mas potencialmente mais interessantes para o aumento do emprego, da produtividade e para o crescimento da economia portuguesa.

roubado ao Jornal de Negócios

publicado por caodeguarda às 22:43
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